quinta-feira, 17 de junho de 2010

Todos os dias, eu via seu sofrimento
Não sei qual o motivo, mas tudo o que lhe atingia
Machucava-me também
Sinto ter o necessário para parar de fazê-la sofrer,
Mas não consegui nem dar o primeiro passo
Porém, em meio a minhas palavras embaralhadas,
À minhas frases erradas,
E oportunidades não-aproveitadas,
A verdade não mudou, não muda, e acredito que nunca mudará
Pois dentro de mim, você sempre estará...
Mas não adiantou, às vezes, a palavra se cala,
As ações não valem
E o tempo sempre, sempre acaba levando algo embora,
Abrindo abismos, construindo muros e
Matando aos poucos...
Mas depois da tempestade,
Depois da tormenta e do terror
Um fio de luz passa por entre as trevas e ilumina seu rosto
E não obstante, você se levanta, enxuga lágrimas.
E anda em frente, com uma determinação infinita
Mas não se esquece dos bons momentos do passado
E essa esperança,
Nem os medos profundos,
Nem os mais apavorantes demônios
E nem a angústia
Conseguem desfazer

Pedro Moreira de Oliveira

Um comentário:

  1. Gosto de sua escrita, e já havia visto o Widget ali Pedro, eu achei legal mesmo, espero que já tenha visto esse post http://sociallie.blogspot.com/2010/06/explicando_17.html

    Se não, eu queria que participasse realmente.

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